Os Fins Dependem Dos Meios

Data da publicação 26/05/2017



Certa vez, através de um professor de Física Mecânica que tive na escola, aprendi que não interessa decorar uma fórmula, ocupar minha memória com isso, mas entender como o cara que a criou chegou nela! Dizia o professor Henrique: “Se você entender a origem da fórmula, a história que ela conta, você não precisa decorá-la, pois você poderá deduzi-la!”. Desde então adoro entender o porquê das coisas através da história que elas têm a contar!

 

 

O assunto “CONTABILIDADE” sempre me soou “obrigação”, “fiscalização”, “recolhimento de impostos”... E confesso que nunca me interessou muito. Porém, ao colocarmos na programação de eventos da ADETEC/Incubadora de Empresas o Curso de Contabilidade para Administradores, fui pesquisar um pouco para oferecer aos nossos empreendedores o melhor que eu pudesse, e não aquilo que eu “deduzia na minha ignorância”.

 

Vejam um pouco do que encontrei:

 

Desde que o ser humano começou a perceber o seu Patrimônio, ou seja, tudo aquilo que possuía por sua conquista ou herança, percebeu também que deveria cuidar, controlar. Ainda de maneira muito rudimentar, “anotava” nas paredes das cavernas, rochas ou onde mais conseguisse gravar, informações do que possuía, do que ganhava, do que perdia.

 

 

Na história da humanidade já vimos papiros, ábacos, entre outros diversos mecanismos de organização de informações sobre seus patrimônios.

 

Chegada a época do Renascimento o interesse de utilizar os tais registros não era somente para controlar o Patrimônio. Havia então uma motivação em transformar aqueles registros em algo interessante para investidores e credores. Os negócios tomariam corpo na medida em que os parceiros conheciam através de registros um pouco mais sobre seus clientes e fornecedores.

 

 

Passamos pela Revolução Industrial e a mecanização dos registros, passamos pela era da Informatização de dados e enfim veio a Globalização que trouxe algo inimaginável: a nossa contabilidade no Brasil ser inteligível, compatível a qualquer outra comunidade econômica no mundo.

 

 

Hoje, tendo conhecimento do nosso Patrimônio, do nosso Fluxo de Caixa, do nosso Estoque, dos nossos Resultados, facilmente percebemos a solução daquilo que mais aflige o empreendedor: ver com os próprios olhos se a empresa está crescendo, como está de saúde e quais estratégias poderiam fortalecê-la ainda mais.

 

Como assim?

 

Assim como um GPS pode nos mostrar o trajeto que estamos percorrendo e quais os trajetos que poderiam ser percorridos como opções de caminhos, os dados que registramos em nossa contabilidade pode mostrar o mapa da mina!

 

No mapa da mina você encontra quais são os melhores caminhos através de experiências e dos registros que obteve no próprio mapa. Se verificar que o melhor caminho inclui atravessar um pântano, deve estar com a galocha na mochila e o espírito preparado. Se no outro trecho houver uma região desértica, saberá que beber moderadamente aquela água que está na bagagem é fundamental. E se tiver que atravessar rios, deve saber nadar ou construir pontes! Enfim, à mina chegará!

 

E a pergunta que eu te faço é:

 

Você conhece o melhor caminho até a sua mina?

 

 

 

Veja que algumas pessoas já estão desenhando seu próprio caminho:

 (Clique aqui, para saber mais sobre este Treinamento)

 

Ana Luísa Cacciolari do Amaral

Graduada em Design Gráfico pela UNESP/Bauru.

Empreendedora, atuante no segmento de moda e design de interiores.

Membro da equipe da ADETEC.

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