Milho em Plantio Direto

Data da publicação 23/03/2016



Nesta semana, mais precisamente no dia 9 de março, alunos do curso de Eng. Agronômica, funcionários da Fazenda Experimental do Unisalesiano e o professor Eng. Agr. Eliseu Figueiredo Neto finalizaram os preparos da área onde foi realizada a instalação de um experimento comparativo sobre Plantio Direto e Plantio convencional.

 

Como a área foi de plantio convencional e antes era pastagem, nesta primeira etapa em toda ela foi realizado o preparo profundo do solo para diminuir a compactação e preparar uma parte da área para começar a receber o plantio direto e a outra o plantio convencional. É preciso cuidado na hora da implantação de um sistema de semeadura direta, pois existe uma fase de transição que, se não forem tomados os devidos cuidados a experiência acabará sendo desastrosa.

 

 Trata-se de uma área experimental onde 1300 m2 foram demarcados para receber o sistema de plantio direto e outros 1300 m2 irão admitir o sistema de plantio convencional, onde todo o solo foi descompactado para receber o plantio.

 

Segundo o Prof. e Eng. Agr. Eliseu Figueiredo Neto, o milho será colhido em julho e no local será semeada a aveia como cultura de inverno, obedecendo às particularidades de cada área, ou seja, a de preparo convencional de solo e a de plantio direto. O objetivo desta cultura é a de proteger o solo numa época de regime pluviométrico reduzido, mas suficiente para o desenvolvimento da cultura, colhe-la e produzir biomassa, para preservar e melhorar as características químicas e físicas do solo para os próximos cultivos.

 

De qualquer forma, as áreas permanecerão sempre com mesmos sistemas de preparo de solo e semeadura, justamente para avaliar e mensurar dados de fertilidade, aspectos físicos do solo e produtividade. Além do que, os sistemas apresentam diferenças significativas quanto aos custos de produção que será avaliado também. Por fim, tal experimento traz um viés importante no que tange ao uso racional do solo e o uso de técnicas conservacionistas; esta área ainda será palco de futuras demonstrações e difusão a alunos e produtores rurais de Lins e região.

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